Administrar uma drogaria nunca foi tarefa simples. A cada nova exigência do consumidor, uma nova decisão operacional precisa ser tomada — e uma das mudanças mais aceleradas nos últimos anos está no jeito como o cliente quer pagar. Se antes o pagamento em dinheiro e no cartão bastava, hoje o cenário é outro: o Pix caiu no gosto do brasileiro, as carteiras digitais cresceram e, junto com elas, surgiram desafios importantes para quem está no balcão.
O problema é que, muitas vezes, o que parece moderno para o cliente pode se transformar em dor de cabeça para a farmácia. É comum encontrar drogarias utilizando Pix por meio de um QR Code impresso em papel e colado no balcão. O cliente escaneia, digita o valor e, em seguida, alguém da equipe precisa verificar se o pagamento caiu na conta. Isso sem contar os casos em que o Pix é agendado por engano, o valor digitado está incorreto ou a equipe precisa interromper o atendimento para checar se o pagamento realmente caiu na conta. Em um ambiente onde cada segundo importa, esse tipo de solução improvisada se torna um gargalo silencioso — trava o fluxo, gera insegurança e ainda abre brechas para falhas e fraudes.
Outras drogarias optaram por contratar o Pix por meio da própria operadora de cartão. Nessa alternativa, o QR Code aparece na maquininha e a confirmação do pagamento acontece no próprio terminal, com apoio da adquirente. Essa escolha já representa um avanço, especialmente porque o pagamento pode ser conciliado no sistema como uma forma de cartão, mantendo o controle financeiro automatizado. Nesse cenário, a decisão passa a ser mais estratégica do que técnica — cabe à farmácia avaliar qual modelo traz o melhor custo-benefício entre as opções oferecidas pelo mercado.
Mas a transformação não para no Pix. Com o crescimento das carteiras digitais, os meios de pagamento se diversificaram ainda mais. Aplicativos como PicPay, Mercado Pago, Ame e Google Pay ganharam o gosto do consumidor por sua praticidade, agilidade e, em muitos casos, pela oferta de cashback ou promoções exclusivas. O cliente já está habituado a usar o celular para pagar suas compras em outros segmentos — e espera o mesmo da drogaria. Ao aceitar carteiras digitais diretamente no sistema, a farmácia amplia suas possibilidades de atendimento e se posiciona como moderna e preparada para o novo varejo. Além de entregar uma experiência mais fluida, essa integração ajuda a atrair novos perfis de consumidores, especialmente os mais jovens e conectados, que priorizam conveniência e autonomia na hora de comprar.
O Pix está em todo lugar — mas a integração ainda é exceção
De acordo com o Banco Central, o Pix já representa mais de 36% de todas as transações feitas no varejo brasileiro — e esse número não para de crescer. No setor farmacêutico, o crescimento é ainda mais expressivo, especialmente entre clientes que preferem praticidade, não usam cartão de crédito ou precisam agilidade no atendimento. Além disso, carteiras digitais como PicPay, Mercado Pago e Google Pay também estão ganhando espaço, impulsionadas por programas de cashback, facilidade de uso e maior inclusão digital da população.
Mas, apesar do avanço no comportamento de consumo, a infraestrutura de muitas farmácias ainda opera como se estivéssemos em 2018. O Pix é aceito, mas não está integrado. O QR Code está disponível, mas o processo é manual. O cliente quer rapidez, mas o caixa está travado conferindo no aplicativo do banco se o valor foi mesmo creditado. É como tentar fazer uma corrida de Fórmula 1 com um carro de passeio — não falta vontade, mas falta equipamento.
Esse descompasso entre expectativa e operação prejudica a experiência de compra, compromete o controle financeiro e, pior, consome um tempo precioso da equipe que deveria estar focada no atendimento, não em processos manuais de verificação.
O desafio da conciliação: quando o Pix vira um problema de gestão
Talvez o maior problema do Pix improvisado não esteja nem no pagamento em si, mas naquilo que vem depois: a conciliação. Quando o Pix não está integrado ao sistema, a conferência dos recebimentos se torna um processo paralelo. O operador registra uma forma de pagamento no PDV, o valor entra na conta bancária, e alguém — geralmente no administrativo — precisa cruzar extratos, relatórios e históricos de vendas para validar todas as operações registradas no caixa.
Nesse modelo, é difícil identificar inconsistências, a rastreabilidade é limitada e o fechamento de caixa vira uma tarefa trabalhosa. Além disso, a farmácia fica vulnerável a erros e até a fraudes — como pagamentos duplicados, valores incorretos e até QR Codes adulterados.
Outro ponto importante é que soluções manuais não permitem automação de rotinas financeiras. Diante de tantos riscos e ineficiências, a decisão de integrar o Pix e as carteiras digitais ao sistema deixa de ser uma questão de modernização e passa a ser uma escolha de sobrevivência.
A solução está no sistema — e pode estar ao seu alcance agora
Na Consys, entendemos que tecnologia só faz sentido quando resolve problemas reais. Por isso, desenvolvemos uma solução exclusiva de pagamento digital integrada ao PDV e ao sistema de gestão: o Consys Pay.
Com o Consys Pay, o QR Code Pix é gerado automaticamente na tela do caixa, com o valor exato da venda e identificação do pedido. Assim que o cliente efetua o pagamento, a confirmação é imediata — sem precisar consultar extratos, trocar de aplicativo ou interromper o atendimento. O pagamento é registrado diretamente no sistema, com atualização automática no financeiro, conciliação integrada e total rastreabilidade da transação.
Além do Pix, o Consys Pay também aceita carteiras digitais como PicPay, Mercado Pago, Ame, Cielo Pay, entre outras. O processo é o mesmo: rápido, seguro e 100% dentro do ambiente do sistema. Nada de soluções paralelas, nada de lançamentos manuais.
Essa integração é feita em parceria com a Shipay, uma empresa especializada em meios de pagamento digitais, homologada no mercado e conectada aos principais bancos e carteiras digitais. Na Consys, oferecemos essa solução diretamente aos nossos clientes — com todo o suporte técnico necessário e a vantagem de manter tudo concentrado em um só lugar.
Com o Consys Pay, sua farmácia ganha agilidade no atendimento, segurança nas transações, redução de retrabalho e, principalmente, mais tempo para focar no que realmente importa: o relacionamento com o cliente e a gestão estratégica do negócio.
Pronto para o próximo passo?
Pix não é mais novidade. É realidade. Mas a forma como você decide trabalhar com ele pode ser o que diferencia sua farmácia no mercado. Enquanto uns ainda conferem extrato no celular, outros já estão com o caixa fluindo, o financeiro em dia e o atendimento mais ágil do que nunca.
A sua farmácia está pronta para essa transformação? Com a Consys, você já tem tudo que precisa. É só usar.

Por Karina Rodrigues
Com mais de 20 anos de experiência no setor, desenvolvi uma visão estratégica e aprofundada sobre o negócio, sempre focada em resultados e na evolução contínua. Hoje, atuo como gestora do departamento de Sucesso do Cliente, uma área que me inspira todos os dias por estar diretamente ligada à satisfação e à fidelização dos nossos parceiros. Sou especialista nessa área e tenho orgulho de ser uma das gestoras da Consys, contribuindo ativamente para o crescimento da empresa e o fortalecimento do relacionamento com nossos clientes.









